JOANNA DE ÂNGELIS, VENERANDA QUE IRRADIA TERNURA, SABEDORIA, LUZ E AMOR!

Um Espírito que irradia ternura e sabedoria, despertando-nos para a
vivência do amor na sua mais elevada expressão, mesmo que, para
vivê-lo, seja-nos imposta grande soma de sacrifícios. Trata-se do
Espírito que se faz conhecido pelo nome Joanna de Ângelis, e que,
nas estradas dos séculos, vamos encontrá-la na mansa figura de
Joanna de Cusa, numa seguidora de Francisco de Assis, na grandiosa
Sóror Juana Inês De La Cruz e na intimorata Joana Angélica de Jesus!

Hoje, vivendo na espiritualidade e assumindo o nome de Joanna de Ângelis, é um dos guias espirituais da humanidade, realizando uma experiência educativa e evangélica de altíssimo valor, inclusive publicando diversas obras literárias, milhares de mensagens, traduzidas em diversos idiomas, transcritas em braile, reproduzidas em áudio, e todas distribuídas por vários países do mundo.
Joanna de Ângelis é um Espírito que se fez amar por todos aqueles que tiveram a felicidade de conhecê-la através das suas Obras ou foram beneficiados pela sua assistência. Pseudônimo da Abadessa Joanna Angélica de Jesus, a inesquecível mártir da Independência da Bahia e do Brasil, prossegue, no Mundo Espiritual, como verdadeira Amiga e Benfeitora, orientando as criaturas para Jesus e para o Bem.
O Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, tem escrito livros ricos de ensinamentos, verdadeiros tratados de saúde mental, com uma terapia baseada no Evangelho de Jesus e na Codificação Kardequiana. Vale a pena lembrar que são de sua autoria as mensagens contidas em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", Capítulo IX, item 7: "A Paciência.", Havre-1862; e Capítulo XVIII, itens 13 a 15: "Dar-se-á àquele que tem.", Bordeaux-1862, ambas recebidas de "Um Espírito Amigo".

Joanna de Ângelis, em uma de suas encarnações, foi Joana de Cuza, uma das piedosas mulheres do Evangelho. Era esposa de Cuza, procurador de Herodes, o Tetrarca - governador de uma tetrarquia, ou seja, uma das partes de um estado ou província dividida em quatro governos. Joana foi curada por Jesus (Lucas VIII, 2 e 3), com Maria Madalena, Suzana e muitas outras mulheres, às quais lhes prestava assistência com os seus bens. Em Lucas 24:10, é mencionada entre as mulheres que, na manhã de Páscoa, tendo ido ao sepulcro de Jesus, o encontraram vazio.

Em Roma, no dia de 27 de agosto do ano 68, foi sacrificada numa fogueira no Coliseu, por não renunciar à fé em Jesus. Desencarnou perdoando seus carrascos.
Em outra de suas encarnações, dessa vez bem menos distante de nossos dias, nasceu no México, em San Miguel Neplanta, no ano de 1651. Foi Juana de Asbajey Ramirez de Santillana, filha de D. Manuel Asbaje, espanhol, e de Isabel Ramirez de Santillana, indígena.